Promoção 1 ano de Sinal do Reino!

PROMOÇÃO ENCERRADA!

Oi Gente, tudo bem com vocês?

Não sei se vocês perceberam mas demos uma parada com o blog, por que como já comentamos aqui o blog é feito só por nós dois, e na correria do dia a dia estava ficando bem difícil atualizar aqui todo dia 😦 Mas não pudemos deixar de pensar em alguma PROMOÇÃO para comemorar o 1 ano do blog!

Antes de dizer qual vai ser a PROMOÇÃO, gostaria de dizer algumas coisinhas… Sabe, poderia dizer que através do blog nesse um ano conhecemos pessoas maravilhosas, nos re-aproximamos de outras, tivemos acesso a blogs que ainda não conhecíamos, mas sem dúvida a coisa mais maravilhosa que aconteceu foi que NÓS nos aproximamos mais de Deus… pois com o compromisso de atualizar aqui sempre, lemos mais, buscamos aprender mais e sem dúvida alguma acabamos sendo os maiores beneficiados!

Então em primeiro lugar quero agradecer a Deus por esse um ano de blog, por que com certeza o propósito dEle quando colocou a idéia do blog no nosso coração foi nos abençoar, e depois agradecer pela vida de cada um de vocês que conhecemos e que nos ajudaram nesse um ano!

Agora vamos para a PROMOÇÃO!

Não sei se vocês se lembram mas um tempo atrás falamos do livro “Pra que serve Deus” do Philip Yancey! E como temos um exemplar autografado que adquirimos na palestra que ele fez em SP, resolvemos sortear pra vocês! (No post aí em cima tem a foto dele autografando o livro!)

Pra concorrer é simples, basta nos seguir no Twitter, Facebook e preencher esse formulário aqui com os seus dados até o dia 14/07.

O resultado sai no dia 18/07 e  entraremos em contato com o vencedor por e-mail para pedir o endereço para enviarmos o livro 😀 (Claro que também divulgaremos o vencedor pelo Twitter e Facebook)

Bom é isso aí galera!

Ah! eu sei que vocês querem ganhar, mas ajudem a gente a divulgar a promoção também, tá? rsrsrs

Porque pela graça sois salvos

A graça é a realidade mais fascinante de Deus. Ao longo dos tempos várias tentativas de definir a graça foram feitas, entretanto, a melhor definição que já li é: “graça não se explica; graça se transmite” (Philip Yancey). Nossa sociedade tem a mania de querer explicar tudo porque explicar já é um passo para controlar, contudo, não há como colocar rédeas na fabulosa graça de Deus.

Infelizmente, vivemos numa atmosfera de crise com a maravilha da graça. Num tempo onde imperam legalismos e promoção da culpa, fica cada vez mais difícil a assimilação da verdadeira graça de Deus. Philip Yancey, em seu fantástico “Maravilhosa graça”, afirmou: “Como habitantes das grandes cidades que nem percebem mais o ar poluído, respiramos, inconscientes, a atmosfera letal da não-graça”.

O teólogo G K Chesterton, disse: “A graça é o amor selvagem de Deus”. Brennan Manning, no belíssimo “O evangelho maltrapilho”, escreveu: “Um dos mistérios da tradição do evangelho é essa estranha atração que Jesus tinha pelos que não tinham nada de atraente; esse estranho desejo pelos que não eram em nada desejáveis; esse estranho amor pelos que não tinham nada de amável”.

Verdades libertadoras da graça (Mq. 7. 18)

O simples fato de que Deus derrama sua graça sobre nós já é uma verdade libertadora, tranqüilizadora, transformadora, abençoadora e digna de confiança. Mas, há mais algumas dessas verdades esplêndidas que nos revelam ângulos magníficos do amor e do caráter de Deus:

1. A graça não excepcionaliza ninguém:

A graça não procura os excepcionais, procura os honestos. Seja qual for o seu pecado, a sua crise, seu cárcere, a graça o alcança – é para você! Mas lembre-se: a graça ama a autenticidade. Frente à ela somos confrontados para sermos libertos. É quando assumimos quem somos – pecadores – que a graça dá seu espetáculo. Um pregador puritano costumava dizer: “Se não estás perdido, de que te serve um salvador?”. A graça é para todos porque ela não depende do que nós fizemos para Deus, mas sim, do que Ele já fez por nós. O mérito da graça é o mérito que não temos. A igreja, como casa da graça, não pode ter privilegiados, prediletos ou caciques e suas excentricidades – ela deve ser de todos.

2. A graça é a resposta para o dilema de Deus: Um Deus santo amando pecadores:

Deus nos ama, mas nosso comportamento o enoja. Ele é santo, nós pecadores. Deus é justo e nós somos absurdamente injustos. Como é para Deus lidar com isso? Como se aproximar ao máximo de nós se o pecado e sua podridão nos afasta dele? Aqui é que entra a graça! A grande graça está no fato marcante e decisivo de que Deus não desistiu e não desiste de nós. Na cruz, ele resolve o dilema. Absorve o pecado em Cristo e nos liberta para a plenitude da vida.

3 . A graça nos liberta dos cárceres da alma:

Não há carrasco pior do que o nosso coração. A graça é capaz de eliminar as toxinas da culpa porque nos garante a assombrosa verdade de que Deus nos ama como somos, sem disfarces ou máscaras, sem as tatuagens da religião, sem as sombras do passado. A graça nos liberta para sermos nós mesmos, mas agora transformados por Deus, através do encontro com Cristo. Quando Deus nos transforma, não nos faz sermos aquilo que nunca fomos, pois isso seria admitir uma falha no processo primário da nossa criação. Quando Deus nos transforma, Ele nos devolve à forma original, a que ele pensou com amor ao nos criar.
Como escreveu Brennan Manning: “No homem Jesus, vemos a face humana de Deus”. Jesus é a graça encarnada no chão da história.

Por Alan Brizotti no Genizah

Aprendendo a ser corpo – Parte Final

Continuando o post de ontem, no capítulo do livro que eu citei ele fala um pouco de como é a relação dos alcoólicos uns com os outros.

” Usando um sistema de camaradagem , vocês tornam a graça visível prestando assistência e mútuo apoio das maneiras mais práticas: limpando vômitos, permanecendo a noite inteira ao lado de um amigo que está se desintoxicando. Vocês enfocam uma falha humana, o vício, e como uma verdadeira comunidade vocês se sentem no dever de prestar contas por essa falha. Como um alcoólico uma vez me disse: “Se eu entrasse em uma sala dos A.A. e dissesse: Acabo de atirar em minha mulher, alguém perguntaria: Bem, você não vai sair para beber, né?. Nenhuma igreja que eu conheço oferece esse tipo de prestação de contas 24 hrs por dia” pg. 245

“As pessoas conseguem ser falsas na igreja. Como vai? “Ah tudo bem, tudo bem” – quando na verdade o casamento está desmoronando, um adolescente fugiu de casa. Precisa de alguma ajuda? “Não, não está tudo bem. Graças a Deus” pg. 231

Sendo o mais verdadeiro possível, qual dos dois textos se parece mais com o que costuma ser uma igreja nos tempos atuais? Infelizmente o segundo… Cada um por suas razões particulares acaba deixando de lado o que deveríamos fazer que é dividir o fardo e confessar nossos pecados. Pois alguns por orgulho de não querer perder um cargo ou o prestígio, outros por vergonha, não tem coragem de ser sinceros e pedir ajuda aos “irmãos”. Sendo que o que vemos na Bíblia é que de fato façamos isso. Como mostra os versículos a seguir:

“Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados. A súplica de um justo pode muito na sua atuação. ” Tiago 5:16

“Eles se dedicavam ao ensino dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão e às orações. Todos estavam cheios de temor, e muitas maravilhas e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum. Vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade. Todos os dias, continuavam a reunir-se no pátio do templo. Partiam o pão em suas casas, e juntos participavam das refeições, com alegria e sinceridade de coração, louvando a Deus e tendo a simpatia de todo o povo. E o Senhor lhes acrescentava todos os dias os que iam sendo salvos.” Atos 2:42-47

Ai você pode virar e dizer: “Eu duvido que você vai vender o que tem pra dividir com o pessoal da igreja!”. Realmente concordo com o que você está dizendo, meio difícil encontrar alguém que faça isso, mas acho que podemos pegar esse versículo e ir um pouco mais a fundo, acho que podemos nos focar é no “distribuíam a cada um conforme a sua necessidade”; pois quantas vezes na igreja não tem gente com “dinheiro sobrando” enquanto tem gente que está passando necessidades? E se o primeiro ajudasse o segundo não iria lhe fazer falta e ao mesmo tempo ele estaria abençoando a pessoa?

No meu ponto de vista igreja é isso, fazermos parte do mesmo corpo é um sentir a dor do outro e estar lá para ajudar, por que por exemplo: se você está com dor de cabeça o resto do seu corpo não vai continuar “trabalhando” perfeitamente enquanto essa dor não passar, e assim quando se refere a qualquer outra dor no corpo, todo corpo se abala por conta disso. E se a igreja é corpo de Cristo, por que não somos assim também?

Concordo que não é com qualquer um que podemos sair nos abrindo e dividindo nossos problemas e pecados mais profundos, mais podemos começar hoje a cultivar amizades e nos abrir para relacionamentos para que de fatos sejamos integrantes do corpo de Cristo.

Com carinho

Que Deus abençoe a todos!

Júlia

Aprendendo a ser corpo – Parte 1

Oi gente! Como foram de Natal e Ano Novo? Não sei se vocês perceberam mas nos últimos dias temos colocado vários textos e charges de outras pessoas por que ninguém é de ferro e tiramos uns dias pra dar uma relaxada… rs. Aos poucos voltamos a colocar textos de nossa autoria com mais frequência.

Estava lendo mais um pouco do livro “Pra que serve Deus” do Philip Yancey (que já citei aqui várias vezes) e me deparei com um tema bem interessante.

Em um dos últimos capítulos do livro ele fala a respeito do A.A (Alcoólicos Anônimos) e o que nós como igreja podemos aprender com eles. Vou colocar neste post algumas partes que gostei muito e vou colocar também meus comentários.

“A palavra pecado poucas vezes aparece na sociedade refinada hoje em dia, e até mesmo os grupos de recuperação talvez evitem esse termo com suas ondulantes conotações. Contudo, os alcoólicos e outros dependentes me ensinaram sobre a natureza do pecado. Quando se reúnem em grupos vocês (dependentes) se apresentam dizendo: “Oi, eu sou John e sou alcoólico” e “Oi, eu sou Maria e sou viciada em cocaína”. Se alguém houvesse dito: “Eu sou John e era alcoólico, mas agora estou curado”, o grupo teria pulado em cima dessa pessoa. Os grupos de recuperação dos doze passos (como o AA) insistem no uso do perigoso tempo presente nos verbos. Os alcoólicos não são “curados”; eles simplesmente param de beber. Os viciados estão se recuperando, não estão recuperados. Um alcoólico sempre permanece a um drinque de distância de recair no caminho da destruição, a uma cilada de distância de cair do cavalo.” pg. 234 e 235

“Essa embolorada palavra – pecado – simplesmente identifica aquelas ações que trazem danos físicos e espirituais. Abusando dos dons de Deus, nós introduzimos alguma coisa estranha em nossa alma. Quando se permite que o pecado se torne um vício, ele causa sérios prejuízos, desligando o potencial para o qual fomos criados. O arrependimento remove o bloqueio e restaura a alimentação das áreas de risco, liberando o fluxo vital e purificador da graça de Deus” pg. 240

Bom, se eu for colocar todas as partes que eu gostei do capítulo não vai dar certo, por que o capítulo todo é maravilhoso e nos faz parar pra pensar sobre o modo que estamos dirigindo a nossa vida. E o que eu pensei foi como muitas vezes o nosso modo de pensar está equivocado… Muitas vezes o caminho que seguimos passa a imagem para as pessoas que estão a nossa volta que pelo fato de estarmos indo a igreja e sermos convertidos, somos “melhores” que as outras pessoas. Nesse capítulo inclusive, um alcoólico comenta que não gosta de ir a igreja por que lá as pessoas são perfeitas demais e olham torto para ele… e dessa forma ele se sente excluído. E eu pensei: “Será que muitas vezes não é essa a imagem que passamos as pessoas??” Não estou querendo dizer que devemos ficar pensando em nossos pecados 24 horas por dia e vivermos cheios de culpa, mas que nós devemos viver lembrando que somos pecadores e não que éramos pecadores…

Acho que com o tempo de conversão a nossa vida antiga vai ficando tão para trás que esquecemos que a misericórdia de Deus se renova a cada dia justamente pelo fato de não sermos perfeitos e sermos necessitados dela todos os dias de nossa vida e que a igreja não é um lugar de gente do bem (no sentido de gente perfeita, certinha), mas um lugar que vamos para ficar bem. Pois cada um de nós tem suas fraquezas e problemas, e em Deus encontramos forças para seguir.

Mas como Deus age nos dando essa força?

Continua amanhã 😉

Deus abençoe a todos!

Júlia

Como você vê Deus?

Semana passada na faculdade assistimos a um filme chamado “Nós que aqui estamos por vós esperamos” que narra várias fases na humanidade, foi ai que no finalzinho do filme – estava aquele silêncio – aparece uma criança de rua com a seguinte frase escrita no canto da tela “A espera de Deus” e foi então que uma pessoa da sala soltou “Pode ficar esperando, por que com certeza Ele não vai aparecer..”. Isso me chocou! Mas ao mesmo tempo me fez pensar… Pensar em qual é a visão que as pessoas que não são cristãs tem de Deus. Por que pelo comentário da pessoa eu imagino que ela estava querendo falar sobre Deus aparecendo na frente da criança vindo do céu, todo de branco, brilhante com seus anjos em volta. E pela Bíblia sabemos que Deus não se apresenta assim.

Deus por si só já é comunidade, Ele é três em um (Pai, Filho e Espírito Santo). E essa é uma excelente dica pra nós sobre como devemos viver a nossa vida: em comunidade. Devemos viver uns pelos outros e todos para Deus. E ai que entra a resposta para o comentário do filme, creio que Deus aparece na vida das crianças de rua e na vida de todos nós quando criamos vínculos de amor e quando nos preocupamos a cuidar um dos outros. Por isso acredito que Deus apareceu para aquela criança e nós podemos fazer com que Deus apareça sempre, depende unicamente de nossa atitude.

No livro “Pra que serve Deus” do Philip Yancey em uma parte em que é falado sobre um trabalho evangelístico numa prisão da África do Sul que era tida como uma das mais violentas do mundo a idealizadora do projeto disse a seguinte frase:

“Deus já estava presente na prisão. Eu só precisei torná-Lo visível” página 161

E será que não é isso que falta que a gente faça todo o tempo nas nossas vidas? Mostrar que Deus não é uma utopia, que não é uma mentira, que não é uma fantasia? Mostrar que Ele existe e que Sua Palavra não são um monte de regras de um cara chato e egoísta que quer pentelhar a gente? rs

Esse final de semana tivemos uma experiência maravilhosa nesse sentido! Esse foi o primeiro sábado que ajudamos na organização no Ibab Jovem. Deus não apareceu todo reluzente a nossa frente, mas certamente pudemos vê-Lo em cada detalhe desde a preparação das coisas, dos novos amigos que estamos fazendo, das risadas que demos, da preocupação com o próximo que a equipe tem, com o fato de termos sido tão bem recebidos por todos dentre outras mil coisas…

Acho que o mal de muitos é que pelo fato de Deus ser Deus eles esperam ter AQUELA experiência com Deus, mas se esquecem que com Deus as coisas são bem simples. Foi por essa razão que os judeus infelizmente não aceitaram a Jesus como filho de Deus… Por que onde já se viu, o filho de Deus vir de uma forma simples a esse mundo!?

Será que não temos que repensar nossos conceitos no que se trata de relacionamento com o Pai?

Que Deus abençoe vocês!

Ah! Podem comentar lá em cima, ou avaliar o post aqui embaixo nas estrelinhas. Vocês não tem ideia de como isso motiva a gente! rs

Júlia Lainetti

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