Os ingredientes do amor

O amor é como se fosse uma construção. Para se construir uma casa, precisamos primeiramente fazer uma fundação bem feita, pois caso contrário teremos uma casa cheia de rachaduras, para depois limparmos o terreno e em seguida corrigir desníveis com aterros. Aí, então, poderemos instalar o ponto de luz, fazer a “casinha”, onde fica o relógio medidor de consumo. E então, começarmos a selecionar o material para a construção: tijolo, areia lavada e cimento.

Assim também é o amor. Precisamos de vários ingredientes para que ele seja sedimentado: paciência, bondade, generosidade, humildade, delicadeza, tolerância, inocência e sinceridade.

Ser paciente é esperar com calma, sem aflição, tendo em mente que tudo tem o seutempo certo, que nem uma folha de árvore, caí antes da hora.

Ser bondoso, quer dizer, ser bom para com os outros, alegrar as pessoas, é a capacidade que temos de praticar boas ações, sem se preocupar com a retribuição, sem interesses escondidos.

Ser humilde é ter coragem de pedir desculpas, quando falhamos ou erramos e elogiar quando alguém faz algo merecedor.

Ser delicado é a mesma coisa que possuir nobreza de caráter, retidão nas ações, é agir de maneira digna, sem ser agressivo.

Ser tolerante é saber que todos somos iguais, que respeito está em primeiro lugar e que ninguém é melhor que ninguém.O orgulho constrói uma barreira entre as pessoas.

Ser inocente, quer dizer acreditar, porque em clima de suspeita, não há vida.

E por último, ser sincero. Porque cada um tem direito a ter uma opinião. Que muitas vezes, não é igual a nossa, mas todos temos o direito a exprimir nossas verdades.

Todos estes ingredientes, são importantes, para que o amor seja total, tanto em relação a você , quanto aos outros.

É como se fosse um bolo, para ficar gostoso, temos que colocar todos os ingredientes.

É claro, que isto é meio difícil, porque somos todos imperfeitos, mas se nos empenharmos, vamos à cada dia, melhorar um pouco.

Só o amor constrói, ele é a única moeda aceita universalmente!

Por Maria da Graça R. O. Suleiman

Por que estou vivo?

Sempre fiquei me perguntando constantemente porque eu faço determinadas coisas, mesmo aquelas que fazem meu coração disparar e se alegrar ( como jogar futebol ) como aquelas também que eu faço só por fazer, talvez por ser parte de um grande sistema ou talvez por ser uma obrigação da sociedade ou dos meus pais. Por que estudar? Por que trabahar? Por que fazer isso ou aquilo se tanto isso como aquilo não são tão importantes? Como cristão, será que a gente não deveria viver uma vida que só fizesse coisas que realmente importam e são eternas? Coisas duradoras; permanentes, gloriosas?

Boas perguntas.
Sim, eu confesso que realmente pensava que o caminho deveria ser esse de cima. Mas na minha opinião, não é. Porque nada nessa vida é sem sentido quando Deus é levado em conta. E quando Deus é levado em conta tudo recebe um toque diferente.

Vivemos por algo maior, algo mais duradouro, algo mais poderoso, algo mais eterno, a saber, Deus. Essa é razão maior de tudo. Não estamos aqui para trabalhar, não estamos vivos para estudar, não estamos em pé para fazer amigos, não estamos vivos para desfrutar somente da vida. Façamos o que façamos, pensemos o que pensemos, estamos aqui por esse motivo:

“De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; [ … ] a quem crie para minha glória…” ( Is 43:6,7).
Estamos aqui para glória de Deus. Em outras palavras, estamos aqui para estudar, trabalhar, viver, fazer amigos, rir, conversar, contar piadas, jantar em família, soltar um pum ( não ri, não, é sério), comer, dançar, cantar, ler C. S. Lewis e tantas outras coisas PARA GLÓRIA DE DEUS. Sim, podemos fazer tudo isso para glória de Deus, porque a palavra mesmo diz: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” ( 1 Co 10:31). Então, por mais sem sentido que uma atividade possa parecer, mesmo assim ela não precisa ser sem propósito, porque sabemos que estamos, no final das contas, fazendo isso ou aquilo para que Deus seja mais glorificado nas nossas vidas e para que as pessoas vejam que existe um Deus verdadeiro e esse Deus é, de fato, glorioso a tal ponto de tornar todas as nossas simpes atividades e afazares e lazeres em algo tão relevante, tão espetacular.

E o melhor de tudo, Deus não está esperando de você total perfeição, Ele espera total dedicação – que siginifica que você deve levar a sério o fato de viver para glória dEle. As vezes, não seremos bons em determinadas coisas, por exemplo nos estudos. Mas todos nós sabemos, de uma forma ou de outra, que o que toca as pessoas de forma mais profunda do que qualquer outra coisa é a humildade de reconhecer que nós não somos tão bons assim e que precisamos nos dedicar mais, nos esforçar mais, além do interresse genuíno nelas. Quando as pessoas percebem esses três elementos ( humildade e esforço e interresse ), ganhamos o espaço para tocar seus corações. Não precisamos ser os melhores alunos, precisamos apenas levar a sério o viver para glória de Deus. Notas máximas não contam tanto como notas boas que foram tiradas mediante trabalho pesado, enquanto não nos esquecíamos das pessoas ao nosso lado e que devemos viver para glória de Deus mediante tudo isso. Porque as vezes, um 8 é o 10 de Deus e um 10 é o 6 de Deus. Já pensou sobre isso? Os fariseus tirariam sempre 10 nas provas, mas Jesus diria sem dúvida alguma que eles estavam tirando notas muito baixas diante de Deus.

Mas a verdade de viver para glória de Deus não é algo fácil, mas não é algo torturante. Se estamos fracos, devemos correr para Deus assim como um celular correria para seu carregador quando visse que sua bateria estava acabando. Mt 11:28 – 30 deixa isso bem claro. Mas também não quero dizer que não há sofrimento e momentos dificeis. Não é nada disso. Há lágrimas e sorrisos, mas nunca desespero e tormento como deixa claro 2 Co 4.

Portanto, uma razão para se viver, a maior de todas elas, é viver para glória de Deus e viver fazendo tudo – trocar pneus, comprar um relógio novo, estudar, viajar, comer uma pão de queijo, tomar um “mate-coro”, ler livros, trabalhar as vezes onde não nos sentimos tão bem – tudo isso deve ser feito para glória de Deus, lembrando sempre que vivendo assim pessoas serão tocadas para conhecer esse Deus glorioso que dá propósito a tudo.

Concluo dizendo o seguinte: nada é sem propósito quando Deus é levado em conta. E quando Deus é levado em conta Ele toca tudo de forma gloriosa. E nós sorrimos, porque não há outro jeito melhor para se viver. Essa é uma razão para se viver, a maior de todas elas. Assim, nada que façamos será sem sentido, porque o nosso propósito está além das coisas que vemos. Então, faça tudo que uma pessoa normal faria (as coisas certas) sem sentir peso na consciência de estar vivendo para coisas triviais, porque você não estará. Tudo é para glória de Deus; tudo é para que Ele seja conhecido; tudo é para que as pessoas vejam a Deus através da sua vida como Deus glorioso que dá propósito a tudo.

Por que eu estou vivo?

Não preciso mais temer a pergunta, porque tenho uma boa resposta. E você?

Com amor e alegria,

Via: F. P. Mastrillo

Falta de sentido

Fonte: Paulo Debs

Os melhores conselhos – Parte 2

Recebido por e-mail da Priscila Moraes

Os melhores conselhos – Parte 1

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