Dinamite

Charge de Mike Waters em Joyful’toons

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Por que estou vivo?

Sempre fiquei me perguntando constantemente porque eu faço determinadas coisas, mesmo aquelas que fazem meu coração disparar e se alegrar ( como jogar futebol ) como aquelas também que eu faço só por fazer, talvez por ser parte de um grande sistema ou talvez por ser uma obrigação da sociedade ou dos meus pais. Por que estudar? Por que trabahar? Por que fazer isso ou aquilo se tanto isso como aquilo não são tão importantes? Como cristão, será que a gente não deveria viver uma vida que só fizesse coisas que realmente importam e são eternas? Coisas duradoras; permanentes, gloriosas?

Boas perguntas.
Sim, eu confesso que realmente pensava que o caminho deveria ser esse de cima. Mas na minha opinião, não é. Porque nada nessa vida é sem sentido quando Deus é levado em conta. E quando Deus é levado em conta tudo recebe um toque diferente.

Vivemos por algo maior, algo mais duradouro, algo mais poderoso, algo mais eterno, a saber, Deus. Essa é razão maior de tudo. Não estamos aqui para trabalhar, não estamos vivos para estudar, não estamos em pé para fazer amigos, não estamos vivos para desfrutar somente da vida. Façamos o que façamos, pensemos o que pensemos, estamos aqui por esse motivo:

“De longe tragam os meus filhos, e dos confins da terra as minhas filhas; [ … ] a quem crie para minha glória…” ( Is 43:6,7).
Estamos aqui para glória de Deus. Em outras palavras, estamos aqui para estudar, trabalhar, viver, fazer amigos, rir, conversar, contar piadas, jantar em família, soltar um pum ( não ri, não, é sério), comer, dançar, cantar, ler C. S. Lewis e tantas outras coisas PARA GLÓRIA DE DEUS. Sim, podemos fazer tudo isso para glória de Deus, porque a palavra mesmo diz: “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus” ( 1 Co 10:31). Então, por mais sem sentido que uma atividade possa parecer, mesmo assim ela não precisa ser sem propósito, porque sabemos que estamos, no final das contas, fazendo isso ou aquilo para que Deus seja mais glorificado nas nossas vidas e para que as pessoas vejam que existe um Deus verdadeiro e esse Deus é, de fato, glorioso a tal ponto de tornar todas as nossas simpes atividades e afazares e lazeres em algo tão relevante, tão espetacular.

E o melhor de tudo, Deus não está esperando de você total perfeição, Ele espera total dedicação – que siginifica que você deve levar a sério o fato de viver para glória dEle. As vezes, não seremos bons em determinadas coisas, por exemplo nos estudos. Mas todos nós sabemos, de uma forma ou de outra, que o que toca as pessoas de forma mais profunda do que qualquer outra coisa é a humildade de reconhecer que nós não somos tão bons assim e que precisamos nos dedicar mais, nos esforçar mais, além do interresse genuíno nelas. Quando as pessoas percebem esses três elementos ( humildade e esforço e interresse ), ganhamos o espaço para tocar seus corações. Não precisamos ser os melhores alunos, precisamos apenas levar a sério o viver para glória de Deus. Notas máximas não contam tanto como notas boas que foram tiradas mediante trabalho pesado, enquanto não nos esquecíamos das pessoas ao nosso lado e que devemos viver para glória de Deus mediante tudo isso. Porque as vezes, um 8 é o 10 de Deus e um 10 é o 6 de Deus. Já pensou sobre isso? Os fariseus tirariam sempre 10 nas provas, mas Jesus diria sem dúvida alguma que eles estavam tirando notas muito baixas diante de Deus.

Mas a verdade de viver para glória de Deus não é algo fácil, mas não é algo torturante. Se estamos fracos, devemos correr para Deus assim como um celular correria para seu carregador quando visse que sua bateria estava acabando. Mt 11:28 – 30 deixa isso bem claro. Mas também não quero dizer que não há sofrimento e momentos dificeis. Não é nada disso. Há lágrimas e sorrisos, mas nunca desespero e tormento como deixa claro 2 Co 4.

Portanto, uma razão para se viver, a maior de todas elas, é viver para glória de Deus e viver fazendo tudo – trocar pneus, comprar um relógio novo, estudar, viajar, comer uma pão de queijo, tomar um “mate-coro”, ler livros, trabalhar as vezes onde não nos sentimos tão bem – tudo isso deve ser feito para glória de Deus, lembrando sempre que vivendo assim pessoas serão tocadas para conhecer esse Deus glorioso que dá propósito a tudo.

Concluo dizendo o seguinte: nada é sem propósito quando Deus é levado em conta. E quando Deus é levado em conta Ele toca tudo de forma gloriosa. E nós sorrimos, porque não há outro jeito melhor para se viver. Essa é uma razão para se viver, a maior de todas elas. Assim, nada que façamos será sem sentido, porque o nosso propósito está além das coisas que vemos. Então, faça tudo que uma pessoa normal faria (as coisas certas) sem sentir peso na consciência de estar vivendo para coisas triviais, porque você não estará. Tudo é para glória de Deus; tudo é para que Ele seja conhecido; tudo é para que as pessoas vejam a Deus através da sua vida como Deus glorioso que dá propósito a tudo.

Por que eu estou vivo?

Não preciso mais temer a pergunta, porque tenho uma boa resposta. E você?

Com amor e alegria,

Via: F. P. Mastrillo

Marcha pra Jesus 2011

Mais um evento onde os evangélicos, ou pelo menos aqueles que assim se proclamam, saem pelas ruas de suas cidades proclamando a Jesus como Senhor da cidade, salvação para os cidadãos, esperança para um mundo melhor com Jesus.

Segundo a Santa Madre Wikipédia, a Marcha para Jesus é um evento internacional e interdenominacional (ou seja, realizados conjuntamente por diversas denominações evangélicas) que ocorre anualmente em milhares de cidades do mundo. Entre 1994 e 2000 foi realizada como um evento global, ocorrendo em cerca de 170 países na mesma data.

A primeira Marcha para Jesus aconteceu em 1987 na cidade de Londres, no (Reino Unido), chamada de “City March”, foi criada pelo pastor Roger Forster, da Ichthus Christian Fellowship, pelo cantor e compositor Graham Kendrick, Gerald Coates do movimento Pioneer e Lynn Green, de Youth with a Mission. A expectativa inicial de 5 mil pessoas foi largamente superada pela presença de 15 mil participantes, motivando a realização de um novo evento.
Em 1990, a Marcha já havia se espalhado por 49 cidades em todo o Reino Unido e também em Belfast (capital da Irlanda do Norte), onde 6 mil católicos e protestantes se reuniram. A estimativa foi de cerca de 200 mil religiosos participando do evento. A Marcha logo se expandiu para os demais continentes. No ano de 1993 o evento foi realizado pela primeira vez no Brasil.

Em 1994 foi realizada a primeira versão global do evento, alcançando 170 países e com a presença de 10 milhões de participantes. A última versão global da “marcha” aconteceu em 10 de junho de 2000. Desde então, o grupo organizador original se dispersou e a organização do evento tem ocorrido por parte de iniciativas locais distintas .

No Brasil
O evento chegou ao Brasil, através da iniciativa de lideranças evangélicas, principalmente da Igreja Renascer em Cristo e de outras igrejas neopentecostais, apoiada também por igrejas tradicionais e pentecostais.

A maior das Marchas para Jesus é realizada na cidade de São Paulo e reúne anualmente milhões de pessoas. Além desta, centenas de cidades pelo mundo e no Brasil, incluindo as principais capitais do país, possuem a sua edição do evento.

Fazendo parte do calendário oficial de diversas cidades, a Marcha para Jesus conta com a participação de trios elétricos de diversas comunidades e igrejas cristãs, envolvendo diversas denominações. Em setembro de 2009 o presidente Lula sancionou lei que transformou a data da Marcha para Jesus. Por força desta lei a Marcha passa a ser comemorada anualmente no sábado seguinte ao 60º dia após o domingo de Páscoa.

A minha pergunta é, para que serve a Marcha para Jesus? Qual o seu propósito? A que ela veio?

São perguntas que possuem muitas respostas.

Existem aqueles que dizem que ela possui embasamento bíblico, tentando justificar algo que na minha opinião, cai naquilo que o mano Gustavo postou aqui sobre usar a Bíblia para se justificar.

Li no blog de um pastor (melhor não citar nomes) que os textos que dão legalidade para tal evento seriam Êxodo 14, Josué 6 e João 13:35: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”. Mas então o fato de caminharmos na rua é demonstração de amor e comunhão? Pra mim comunhão tem outra conotação. Tem haver com caminhar diariamente, conhecer, repartir o pão, se importar.

Infelizmente o que mais vejo são lutas com unhas e dentes por “suas” visões de Evangelho, de salvação, etc.

Mas também existem aqueles que cerram seus dentes e levantam suas bandeiras do contra. Rechaçando qualquer manifestação exterior como se algo completamente anti-bíblico, do capeta, etc.

A verdade é que a Marcha poderia ter uma conotação mais profunda e nobre ao invés de ser usada para palanque político e interesseiro.

Bem, antes que o Mauro (vê se pára de trollar como anônimo tá!) me detone, quero dizer que não tenho nada contra quem vai lá, eu já fui. Aliás creio que posso usar a Marcha para mostrar para meus filhos que, como povo de Deus, podemos caminhar em unidade apesar das doutrinas e visões que nos separam.

Mas também tenho que ensinar a eles que infelizmente existem pessoas que usam esses eventos para se auto promoverem.

Pessoas com interesses alheios aos ensinamentos de Jesus e onde o amor é deixado de lado em prol da projeção política e glamorosa que se dá a eles. Mas quero crer que são poucos lobos no meio do rebanho que fazem isso.
Embora pareça utópico, mas ainda creio que a marcha poderia ser apenas uma desculpa para nos reunirmos publicamente para demandar ações de justiça nos nossos bairros, na cidade, na Assembléia Legislativa, na Prefeitura Municipal, nas nossas denominações (Ah sim, precisamos limpar nossos templos de toda mentira também, ou você acha que não existe isso?).

Se você vai, então te digo, vá até lá e mostre sua cara.

Diga NÃO a corrupção, a ganância, a mentira de crentes e não crentes. DIGA que o $how precisa parar dentro e fora dos ambientes evangélicos. DIGA que precisamos voltar ao Evangelho puro e simples de Jesus, onde a marcha teria outro significado.

Se o tema desse ano é a UNIDADE, então não leve bandeiras de sua denominação, camisetas que dizem que vocês são de A ou B. Seja uníssono pela menos desta vez e diga que você serve a um único Pastor, Senhor e Salvador, dentro de apenas UMA única e verdadeira Igreja. E assim meu irmão, você será verdadeiramente integrante dessa tão desejada unidade da Igreja, tão mal interpretada e buscada.

Soli Deo Gloria

Via: Crentassos

A procura da fé

Título original: Filhos de ateus procuram fé fora de casa

Um matéria interessante publicada pelo Correio do Estado aborda o fato de filhos de ateus buscarem a fé fora de casa. O texto ressalta que as novas gerações de céticos, agnósticos e ateus não casam na igreja, não batizam seus filhos, nem têm religião ou falam de fé. Eles simplesmente desconsideram a existência de Deus. Contudo, isso não impede que, em alguns casos, seus filhos sintam a necessidade e até cobrem uma discussão sobre fé e religião.

A matéria relata ainda que de acordo com Eduardo Rodrigues da Cruz, professor do Programa de pós-graduação em Ciências da Religião da PUC de São Paulo, os psicólogos cognitivos tem estudado o assunto com crianças de várias faixas etárias. “Suas conclusões: todos somos naturalmente teístas, e, à medida que crescemos, vamos diversificando nossas posturas”, afirma o doutor em teologia, que também é mestre em física. Ou seja, para ele, a fé é uma postura “natural”, que é racionalizada conforme amadurecemos

Entre casos citados pelo site está o de Jaqueline Slongo, de 23 anos. “Depois de um tempo separados, ela voltou a viver na cidade natal de Curitiba com o pai ateu. Ironicamente, por conta de uma bolsa de estudos, a então adolescente foi estudar em um colégio católico. O retorno à cidade grande, onde as desigualdades sociais são mais gritantes, o descobrimento da Bíblia e a fase de mudanças, levantaram muitos questionamentos. “Comecei a me questionar sobre a existência de Deus, fazia perguntas para as freiras do colégio, mas as respostas não me saciavam”, lembra.”

A matéria prossegue registrando que Jaqueline começou a achar que havia alguma coisa errada entre o que lia e o que pregavam suas ‘instrutoras espirituais’. “Elas me mandavam rezar, mas eu não curtia”, confessa. Seu pai viajava muito e, como não acreditava em Deus, a filha preferia não falar sobre o assunto com ele. O processo foi sofrido, e aconteceu em meio às transformações da adolescência, à ausência dos pais, e à angústia causada por sintomas de depressão. “Eu era muito agressiva, rebelde, intolerante. Não tinha amigos e sempre me isolava”, conta.

Ela então buscou alívio e conforto na religião. Hoje, a estudante se considera protestante, mas passou por diversas comunidades cristãs diferentes. Diz que não se importa com rótulos, mas sente que é preciso estar em grupo. “Acho importante a vivência em comunidade, pois é no relacionamento com outros que seu caráter se constrói”, afirma.

Com o pai, ficou cinco anos sem poder comentar nada sobre sua fé. Até que, há três meses, consciente da mudança espiritual da filha, ele lhe pediu que comentasse, ‘de forma sucinta’, no que exatamente ela acreditava. A partir de então, ela diz, ele tem pedido que também reze por ele.

Então, caros leitores, embora os ateístas insistam em dizer que muitas pessoas somente são religiosas em razão da influência exercída da família, o fato é que todo ser humano possui um anseio interno por Deus, até os filhos de ateus. Isso porque, a alma do ser humano clama por salvação, por respostas para suas inquietações. Assim, embora tenha nascido em família atéia, cética ou seja lá o que for, no fundo no fundo há um grito espiritual pelo seu Criador, afinal, todos temos a impressão digital Dele. Nossa alma anseia por Ele (Sl. 42.1).

Fonte: Púlpito Cristão por Valmir Nascimento

Feitos de barro

Sou vaso de barro

de barro que se estragou.

Vaso feito de barro e sopro

sou vaso que se quebrou

Todos somos vasos do mesmo jardim

trazemos a verdade de que todos se estragaram.

Somos todos, barro daquele pomar

trazemos as memórias vivas do sopro que nos adornaram.

Serei sempre vaso de barro

Cheio de desejos e anseios.

Vaso feito de fomes e sedes

Sou feito de trincas e devaneios

A mão de quem soprou, torna a moldar.

O sopro de quem tocou me refaz.

Mas sei que ainda sou barro,

barro que recebe toques e sopros

daquele que insiste em me fazer vaso

para esconder pepitas de seu tesouro.

Fonte: Levi Araújo

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