Resultado da Promoção!

E aí, curiosos pra saber o resultado da promoção?

Bom gente, finalmente arrumei um tempo pra fazer o sorteio!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E o vencedor é  o Augusto Men, coincidência ou não, alguém que acompanha o blog desde o começo!

Obrigada a todos que participaram! Espero que logo mais possamos fazer novos sorteios pra vocês!

Deus abençoe vocês!!

 

 

Esse é o Evangelho

Ausência

Bom, não sei nem como começar esse post… Dá até vergonha pra falar a verdade… rs.

Ficamos esses dias sem postar por que como alguns sabem mudamos de Estado, e até tudo entrar nos eixos leva um tempo… Era pra internet ter sido instalada em casa no início da semana passada, mas infelizmente não deu certo e só deve ser instalada na que vem.

Quero deixar claro que não esquecemos desse cantinho! rs. Assim que tudo se acertar os posts diários voltam com força total!

Enquanto isso vocês podem ler os antigos,  ao todo temos 270 posts publicados rsrsrs

Que Deus abençoe vcs!

Pequenez

Interessante como nosso grande Deus gosta mesmo é de coisas pequenas e com elas se contenta. Vivemos querendo oferecer-lhe algo grande, acertar o centro de sua vontade, mas Ele gosta mesmo é do pequeno, do singelo, do simples.

O que se esperar de um Rei que entra triunfalmente num jumento, que diz-se revelar no rosto do pobre, que exalta o humilde, nos convida a sermos os últimos, a dar a outra face, que esvaziou-se de atributos de poder para exaurir-se em amor até a morte?

Mais (des)interessante do que tudo isso, é nosso anseio pelo grande. Investimos nossa vida, nosso tempo, esforços, recursos e saúde em projetos que são grande demais.

Coisas grandes demais, demandam tempo demais, desgaste demais, vida demais e nada que é demais é bom.

Na medida em que mergulhamos no demais, nos afastamos daquele que gesta o pequeno.

Quem está comprometido com o grande, anda rápido demais, não dá atenção às beiras do caminho, está sempre de “an passant”. E quem vive correndo não vê os lírios do campo, só anda olhando pra cima, não vê sorrisos infantis, não dá gargalhadas e, na verdade, nada tem, é tido.

O engraçado é que, mesmo sabendo disso tudo, sou constantemente tentado a envolver-me com mais do que posso fazer. E caio. Ou não entendo os porquês ou faço que não entendo, mas é a ânsia latente de ser reconhecido pelo que faço ou tenho. O problema são as categorias do Reino, onde o que importa é o que se é.

Quando se tem para se ser, não se tem, se é tido! O que realmente temos é aquilo que somos.

No reino do Grande Deus, somos chamados à pequenez, porta de entrada para as coisas grandes de verdade.

Via: Fabricio Cunha

Escolhas

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