Como perdoar – Parte 1

O que acontece quando você não é a pessoa que pecou, mas você é a pessoa que foi prejudicada por causa do pecado? O que você faz nessa situação?

Nesse texto do Pastor Mark Driscoll da Mars Hill Church fala sobre a forma como Jesus se dirige ao pecado que é cometido contra nós, e explica que há duas opções: perdão ou amargura, sendo que o perdão é a opção bíblica.

Segue abaixo este texto em que ele fala sobre 10 coisas que definitivamente o perdão não é. Retirado de http://blog.marshillchurch.org/2010/09/27/10-things-forgiveness-is-not/ e traduzido por mim.

“Para começar, vou escrever sobre este assunto com um enorme senso de amor, empatia, compaixão e esperança por você. Mas a verdade é que você precisa perdoar aquela pessoa ou aquelas pessoas que feriram você tão profundamente.

Pelo que tenho visto no meu ministério, eu penso que muitos cristãos não sabem o que de fato o perdão é e deixa de ser. Por isso preparei esta lista:

1. Perdoar não é aprovar ou diminuir o peso do pecado.

Perdoar não é dizer “Bom, ta certo. Ninguém é perfeito. Todo mundo erra!” ou “Também não é um grande problema, podia ter acontecido coisa pior!”.

Não, não é isso! O pecado é um grande problema! É tão grande que Jesus morreu por isso. Então, não desonre a cruz de Jesus e aprove ou diminua algo que para ser solucionado foi necessário que o filho de Deus morresse.

2. Perdoar não é ser cúmplice do pecado.

Eu vejo isso freqüentemente com esposas que entenderam errado o conceito de submissão. “Ok, o esposo é o cabeça do lar, com isso ele deve liderar com amor”. Certo. Ele deveria liderar seguindo o exemplo de Jesus, e se ele não está fazendo isso, a esposa não deveria obedecê-lo em tudo por que sua lealdade maior deve ser a Jesus. Além disso, a primeira qualidade que segue o ser esposa, é ser ajudante, e ajudar a fazer as coisas certas.

As vezes os maridos podem ser egoístas. Eles tomam decisões estúpidas com relação a vida financeira. Eles tomam decisões imprudentes na vida espiritual. E vão fazendo coisas insensatas em vários sentidos da vida não permitindo serem chamados atenção. E em nome do perdão, a esposa vai permitindo tudo isso. Ela se torna cúmplice dessa rebelião do pecado e da loucura.

Você pode perdoar alguém sem ser cúmplice do pecado. Por exemplo, você pode tem um amigo ou um membro da família que é um viciado, você pode perdoá-lo sem concordar com o vício. Quando se trata de perdão, na maioria das vezes é necessário que você tenha que enfrentar e repreender.

3. Perdoar não é negar um delito.

“Aconteceu. Eu esqueci tudo a respeito disso e simplesmente segui em frente. Eu ajo como se isso nunca tivesse acontecido. Eu não deixei com que isso me afetasse”

Isso não é verdade. Perdoar não é negar o problema. Perdoar não é negar que você foi machucado. Não é tapar o sol com a peneira.

Continua amanhã….

Que Deus abençoe

Júlia Lainetti

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