A Tempestade

Certa vez, Theodore Parker (1810-1860) descreveu uma tempestade no fim da primavera:

 “Estava tudo escuro, exceto onde o relâmpago cortava o céu. O vento sibilava e as águas caíam, diluviais. Que devastação! Mas não demorou muito, os relâmpagos cessaram, os raios silenciaram, a chuva parou, as nuvens se foram com o vento manso e apareceu o arco-íris. Então, durante várias semanas, os campos ficaram cobertos de flores e, por todo o verão, a grama esteve mais verde, os ribeiros mais cheios e as árvores mais frondosas tudo porque a tempestade havia passado por ali”.

Gosto muito desse texto porque mostra como uma terrível tempestade pode revelar as mais belas expressões da vida. Acho que as lutas que enfrentamos têm o mesmo efeito que as tempestades na natureza.

 Embora muitas vezes o nosso céu pareça escuro e tenhamos a sensação de que o vento e a chuva estão fortes demais, a ponto de destruir tudo, é possível aquietar nossa alma e acreditar que toda a agitação e desordem vão passar. E o mais importante: depois da aparente devastação, virão as flores, a grama verde, os ribeiros mais cheios e as árvores mais frondosas. Há uma mensagem de renascimento nisso tudo.

 Acho que podemos entender que, quando a tempestade nos atinge, significa que algo de novo virá em nossa vida. Por isso, não fique angustiado quando as coisas parecerem fora de controle. Se você quiser, Deus poderá coordenar você como faz com a natureza, deixando tudo mais belo, depois. A experiência, em vez de traumatizá-lo, pode servir para fortalecê-lo.

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O que é de fato significativo?

O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão,
significa que…
está em casa!

 A desordem que tenho que limpar depois de uma festa,
significa que…
estivemos rodeados de familiares e amigos!

As roupas que estão apertadas,
significa que…
tenho mais do que o suficiente para comer!

O trabalho que tenho em limpar a casa,
significa que…
tenho uma casa!

As queixas que escuto acerca do governo,
significa que…
tenho liberdade de expressão!

Não encontro estacionamento,
significa que…
tenho carro!

Os gritos das crianças,
significa que…
posso ouvir!

O cansaço no final do dia,
significa que…
posso trabalhar!

O despertador que me acorda todas as manhãs,
significa que…
estou vivo!

Finalmente pela quantidade de mensagens que recebo,
significa que…
tenho amigos pensando em mim!

A Sentença de Deus

No final dos tempos, bilhões de pessoas se apresentaram diante do trono de Deus. Muitas retrocederam ante a luz que resplandecia diante delas. Mas alguns grupos que estavam na frente conversavam veementemente, não com temor servil, e sim com agressividade: “Deus pode nos julgar?”

“Como Ele pode saber algo a respeito de sofrimento?”, questionou uma moça ousada. Ela puxou com rapidez a manga de sua veste para mostrar o número tatuado de um campo de concentração nazista. “Suportamos terror… espancamento… tortura… morte!”

Em outro grupo, um homem curvou o seu pescoço, dizendo: “O que vocês acham disto?”, ele perguntou, mostrando uma horrível marca de corda. “Linchado por ser negro e não por cometer algum crime!”

Em outra multidão, uma estudante grávida, com olhos taciturnos, murmurou: “Por que eu tive de sofrer? Não foi minha culpa”.

Espalhados ante o trono, havia milhares de grupos como esses. Cada pessoa tinha uma queixa contra Deus, por causa do mal e sofrimento que Ele havia permitido neste mundo. Quão feliz estava Deus em viver no céu, onde tudo era doçura e luz, onde não havia lágrima, nem medo, nem fome, nem ódio! O que Deus sabia a respeito de tudo que os homens tinham sido obrigados a suportar neste mundo? “Deus leva uma vida muito tranqüila”, eles diziam.

Cada grupo apresentou o seu líder, escolhido por haver sofrido mais do que os outros do grupo. Um judeu, um negro, alguém de Hiroshima, uma pessoa que fora horrivelmente afligida por artrite e uma criança teratogênica. No centro da aglomeração, eles conversaram entre si.

Por fim, estavam prontos para apresentar o seu caso e o fizeram com muita perspicácia. Antes de se qualificar para ser o juiz deles, Deus tinha de suportar o que eles haviam suportado. Haviam chegado ao veredicto de que Deus fosse condenado a viver na terra – como homem! Deveria nascer como judeu; a legitimidade de seu nascimento teria de ser questionada. Ele deveria realizar uma obra tão difícil, que sua família pensaria estar louco, quando tentasse realizar essa obra. Ele deveria ser traído por seus amigos íntimos; enfrentar falsas acusações, ser julgado por um júri preconceituoso e condenado por um juiz medroso. Deveria ser torturado e, por fim, entender o que significa ser terrivelmente abandonado e deixado solitário. Depois, Ele deveria morrer em agonia, de tal modo que não haveria dúvidas quanto à sua morte. E grande número de testemunhas deveriam comprová-la.

Enquanto cada líder anunciava a parte de sua sentença, um intenso murmúrio de aprovação saía dos lábios das pessoas ali reunidas. Quando o último líder terminou de proferir a sentença, houve um silêncio prolongado. Ninguém proferiu nenhuma palavra. Ninguém se mexeu, pois todos sabiam que Deus já havia cumprido a sua sentença.

Retirado do site Pulpito Cristão

Fonte: http://www.pulpitocristao.com/2010/06/onde-esta-deus-quando-as-coisas-vao-mal.html

Será que somos mesmo substituíveis?

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível”.
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
– Alguma pergunta?
– Tenho sim. E Beethoven?
– Como? – o encara o gestor confuso.
– O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram
seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus ‘gaps’.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico…

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em ‘melhorar as fraquezas’ de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola,
Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões ‘foi pra outras moradas’; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
“Estamos todos muito tristes com a ‘partida’ de nosso irmão
Zacarias… e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém… pois nosso Zaca é insubstituível”

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único… com toda certeza ninguém te substituirá!

“Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.
O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor.” Madre Teresa

Tornando-se Um

Bíblia Devocional da Mulher – NVI
Autora Edith Bajema

Um casal foi ao consultório de um conselheiro pedindo ajuda. “Somos casados há apenas seis meses, mas estamos começando a brigar o tempo todo”, disse o marido. “Ela diz que não faço nada para ajudá-la”.
“Você nunca se interessa por mim!”, disse a esposa, nervosa. “Você só pensa nas suas necessidades”.

Depois de ouvir isso durante meia hora, o conselheiro due-lhes a seguinte sugestão: “Cada um anote o que sente que espera desse casamento em sua vida”.

O casal fez isso, e o conselheiro continuou: “Troquem as listas. Margaret, sua tarefa será principalmente focalizar a lista de Tim e pensar nela para poder sempre atender as necessidades e seus alvos. Tim, você vai fazer o mesmo com a lista de Margaret. Esqueçam as suas listas particulares; que o cônjuge seja o principal indicador de suas necessidades e alvos”.

Eles concordaram relutantemente e foram embora. Duas semanas, depois voltaram. Depois de ouvir o que tinham a declarar, o conselheiro lhes disse: “Vocês estão no caminho certo. Telefonem pra mim se precisarem de ajuda”.

Isso aconteceu há 25 anos. Agora eles estão comemorando um casamento de sucesso e suas bodas com quatro filhos e muitos amigos.`

O segredo dessa união? Levar em consideração as necessidades, os sentimentos e os desejos do outro como se fossem seus. Em certo sentido, um pouco Tim entrou em Margaret e vice-versa. Margaret doou-se para realizar os alvos de Tim. E Tim fez o mesmo por ela.

A união no casamento é maravilhosa quando existe, mas geralmente é difícil de ser alcançada. A união verdadeira entre duas pessoas normalmente é  um  difícil de alcançar. As pessoas são diferentes, discordam, ferem os sentimentos uns dos outros, brigam por causa de questões e problemas.

A chave para se tornarem um só jaz na oração de Jesus ao Pai por todos os cristãos: “para que sejam um, assim como nós somos um: eu neles e tu em mim” João 17: 22,23.

Você está disposto a colocar os planos e as prioridades de Jesus em primeiro lugar, fazendo deles os seus planos e suas prioridades? Então você está permitindo que Jesus esteja em você.

E quando você se encontrar com seu cônjuge que fizer o mesmo, vocês consequentemente terão “o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude” Filipenses 2.2

Passagens da Bíblia relacionadas:

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” Salmos 133:1

“Como prisioneiro do Senhor, rogo-lhes que vivam de maneira digna da vocação que receberam. Sejam completamente humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com amor. Façam todo o esforço para conservar a união do Espírito pelo vínculo da Paz. Há um só corpo e um só Espírito, assim como a esperança para a qual vocês foram chamados é uma só, há um só Senhor, um só Espírito uma só fé e um só batismo, um só Deus Pai de todos, que é sobre todos, por meio de todos e em todos” Efésios 4:1-6

“Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” Filipenses 2:1-4

Este é um texto que eu gosto muito.
A primeira vez que o li foi há uns três/quatro anos atrás, sei que foi um pouco antes do Lucas e eu casarmos e sem dúvida abriu minha mente, e me deu um pouco do entendimento do Senhor para casamento.

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